sábado, 14 de junho de 2014

http://globotv.globo.com/rede-paraiba/jpb-1a-edicao/v/depois-da-ceia-de-natal-hora-de-cuidar-da-dieta/2311980/
http://globotv.globo.com/rede-paraiba/jpb-1a-edicao/v/comeu-demais-no-natal/2311988/
http://globotv.globo.com/rede-paraiba/jpb-1a-edicao/v/saiba-o-que-fazer-depois-de-exagerar-com-as-comidas-e-bebidas/2402326/

terça-feira, 13 de maio de 2014

Obesidade e Câncer de mama.

         A obesidade no período de pós-menopausa pode potencializar o risco de câncer de mama,
principalmente quando a gordura está localizada na região abdominal. Existem evidências de que
os cânceres de mama e endométrio estão associados com o excesso de peso corporal,
refletindo também elevada ingestão energética, Segundo a World Health Organization, a
obesidade, por si só, apresenta associação positiva com o risco de câncer de endométrio,
tendo sido demonstrado na Europa que 39% desse tipo de câncer está associado ao excesso de peso.

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Alimentação do atleta e esportista

        A nutrição inteligente se preocupa com o indivíduo(atleta/esportista) promovendo sua saúde e conseqüentemente melhorando o seu rendimento. Portanto o padrão ouro da alimentação é fazer com que o atleta tenha um hábito alimentar saudável, saiba escolher os alimentos e suas porções de modo que sua
alimentação seja quantitativamente suficiente, qualitativamente completa (e não restrita e nem excludente) adequando-se a finalidade do organismo a que se destina.

terça-feira, 29 de abril de 2014




Atividade Física para a 3ª idade


Atividade física: nunca é tarde para começar


          

O envelhecimento populacional é uma realidade no nosso país, assim como em todo o mundo. Com o aumento do número de idosos ocorre um aumento das doenças associadas ao envelhecimento, destacando-se as doenças crônico-degenerativas. Talvez a dependência seja o problema que mais afeta a qualidade de vida dos idosos, tanto para realizar as atividades de vida diária quanto às atividades instrumentais de vida diária que pode ser conseqüência de doenças neurológicas, cardiovasculares, fraturas, lesões articulares, entre outras.

 A busca pela melhor qualidade de vida vem aumentando dia a dia, a pratica de atividades físicas, a ingestão de uma alimentação balanceada vêm sendo aderida cada vez mais pelos idosos. A atividade física é um ponto importante na qualidade de vida do idoso. No entanto, o tipo de exercício a ser realizado depende do organismo e da vontade de cada um. Segundo Silene Sumire Okuma, coordenadora do grupo de pesquisa em educação física para idosos da Faculdade de Educação Física da Universidade de São Paulo, não há nenhuma fórmula predeterminada do que deve ser feito na terceira idade. Por essa razão, dois fatores são preponderantes na escolha da atividade física. Primeiramente, o idoso precisa olhar para si e ver qual a sua capacidade funcional nas atividades do dia-a-dia. A atividade física irá melhorar sua capacidade de desempenhar as tarefas cotidianas.  

A atividade física regular pode contribuir muito para evitar as incapacidades associadas ao envelhecimento. Seu enfoque principal deve ser na promoção de saúde, mas em indivíduos com patologias já instaladas a prática de exercícios orientados pode ser muito importante para controlar a doença, evitar sua progressão, e/ou reabilitar o idoso.


Benefícios e Riscos da Atividade Física

            A prática regular da atividade física é acompanhada de inúmeros benefícios, porém alguns riscos devem ser considerados, sendo a avaliação clínica fundamental para que os benefícios sejam maximizados e os possíveis riscos minimizados.
            Dentre os benefícios podemos citar:
-         Melhora da sensibilidade a insulina, levando a um melhor controle glicêmico (níveis normais de glicose sanguínea), que pode prevenir o desenvolvimento de diabetes;
-         Lipoproteínas: aumento da fração HDL (bom colesterol), diminuição da LDL, redução significativa das triglicérides, além da redução da atividade aterogênica dos monócitos (placas de gorduras nas artérias);
-         Composição corporal: com o envelhecimento há um aumento percentual da gordura corporal e diminuição da massa muscular. A atividade física reduz esta modificação. Além disso, ajuda a melhorar a massa óssea quando jovem e prevenir a perda na fase adulta, diminuindo o risco de fraturas;
-         Várias das alterações cardiovasculares e pulmonares que ocorrem com o envelhecimento normal podem ser minimizadas ou revertidas com a prática regular de atividade física;
-         Aumento na capacidade física, elasticidade e equilíbrio, diminuindo o risco de quedas;
-         Aumento da vasodilatação dependente do endotélio, por aumento da liberação de óxido nítrico. O exercício aeróbico regular previne a perda da vasodilatação dependente do endotélio que ocorre com o envelhecimento e restaura ao normal em adultos e idosos sedentários saudáveis;
-         Melhora na imunidade, que pode diminuir a incidência de infecções e possivelmente de certos tipos de câncer;
-         Efeitos benéficos sobre a pressão arterial sistêmica;
-         Um dos benefícios mais bem documentados é sobre o risco de doença coronariana e morte, havendo uma relação inversa com a prática de exercício habitual. Isto vem sendo demonstrado tanto para a prática de exercício programado, quanto para as atividades de lazer ou inseridas nas rotinas do dia. Apesar do exercício moderado já apresentar benefício sobre a mortalidade, aparentemente há uma relação dose-resposta, com exercícios mais vigorosos demonstrando um efeito ainda maior;
-         O estudo das enfermeiras sugere que a atividade recreativa confere uma proteção modesta para o câncer de mama;
-         Atividade física, especialmente se vigorosa facilita a interrupção do tabagismo, além de prevenir o ganho de peso que geralmente se associa;
-          Muito importante para os idosos são as evidências de prevenção ou retardo do declínio cognitivo;

Os benefícios do exercício podem ter grandes impactos sobre a saúde pública. Vários estudos correlacionaram de forma negativa a atividade e aptidão físicas com a incidência de doença coronariana, câncer de cólon, diabetes tipo 2 e morte. Após um evento cardiovascular, como por exemplo, um infarto do miocárdio, a atividade física mantém sua importância. Porém, ela deve estar inserida dentro de um programa global de intervenção sobre os fatores de risco cardiovasculares e a avaliação médica e a atividade física deve ser realizada em ambiente supervisionado por profissional de saúde, apto a monitorar a freqüência cardíaca, pressão arterial e sintomas.
Apesar de todos os benefícios descritos, nas últimas décadas foi documentada uma redução na prática de atividade física e paralelamente vem ocorrendo um aumento na prevalência de obesidade. Além disso, quanto maior a idade, menor a chance do indivíduo estar engajado em alguma atividade física regular. Para completar o ciclo os médicos e profissionais de saúde não abordam rotineiramente o problema da inatividade.

Riscos do exercício.

            Os riscos potenciais associados a atividade física são variados, porém os benefícios para a saúde são tão grandes que superam em muito os riscos potenciais. Entre eles podemos citar as lesões ortopédicas (a idade é um dos fatores de risco para lesões); Arritmias cardíacas (principalmente nos portadores de cardiopatia); Infarto agudo do miocárdio (basicamente indivíduos não treinados e portadores de múltiplos fatores de risco em atividade física vigorosa); Morte súbita (complicação muito rara, aproximadamente 1 chance para cada 1,5 milhão de episódios de exercício).

Avaliação médica pré exercício

            O nível de atividade física que é considerada vigorosa para o idoso não pode ser o mesmo que para o adulto saudável. Esforços de intensidade moderada, na minha opinião já podem ser considerados como vigorosos para um idoso sedentário, mesmo que considerado hígido em uma avaliação inicial.
            Avaliação médica inicial é obrigatória para todos os homens com mais de 40 anos, mulheres com mais 50 anos, portadores de doenças crônicas (tal como doença coronariana, pulmonar, diabetes) ou que possuem fatores de risco cardiovasculares (diabetes, hipertensão, tabagismo, dislipidemia, e outros).
Todos os indivíduos com 60 anos ou mais devem ser submetidos a avaliação médica periódica e o clínico ou geriatra que o acompanha deve estar apto a liberar e recomendar a atividade física.
            A atividade física precedida de avaliação médica e incluindo exercícios aeróbicos, de força muscular, de flexibilidade e de equilíbrio regula e melhora a qualidade e expectativa de vida do idoso.
Orientações para exercícios em idosos:
-          Usar roupas e calçados adequados;
-          Não exercitar em jejum. Usar carboidratos antes dos exercícios;
-          Usar roupas e calçados adequados;
-          Realizar exercício somente quando houver bem estar físico;
-          Evitar extremos de temperatura e umidade;
-          Iniciar a atividade lenta e gradativamente para permitir adaptação;
-          Beber água antes durante e depois da realização das atividades.



















 

 

 

 

 

 

 

 

 

 































Bibliografia


http://www.serasa.com.br/guiaidoso/46_2.htm



segunda-feira, 14 de abril de 2014



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Avaliação por Bioimpedância

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Dra. Heloisa Helena Espínola
CRN 0660

Nutricionista graduada em 1982 na Universidade Federal da Paraíba, com especialização em Nutrição Clínica pela Universidade Federal da Paraíba, Nutrição Clínica e Fundamentos Metabólitos pela Universidade Gama Filho, e Nutrição Esportiva também pela Universidade Gama Filho, Nutricionista do Ministério da Saúde.

Atua  em área de nutrição desde 1983,  trabalhou em Hospitais Gerais e Infantil, hoje na área de Home Care (atendimento domiciliar) na avaliação nutricional e na prescrição de dieta  enteral  de pacientes acamados. Atendimento nutricional na área clínica e esportiva em consultório desde 1995 para adolescentes, crianças, adultos, gestantes, idosos, atleta e esportistas.